À QUARTA FOI DE VEZ !!!

 

A dupla Vitor Calisto/António Cirne, em Toyota Yaris 1.3, logrou atingir pela primeira vez este ano o final de uma prova do Campeonato Nacional de Ralis.

Conseguindo o terceiro lugar na sua Classe e vigésimo sétimo posto da geral no final deste rali, Victor Calisto não escondia o seu contentamento por ter finalmente terminado uma prova aos comandos do Toyota Yaris, mas também demonstrando alguma desilusão por não ter conseguido ir mais longe na luta pela vitória na classe.

Este rali disputado na zona centro e contando com troços de assinalável dureza principalmente na zona de Arganil é considerado um dos mais duros de todo o Nacional de Ralis.

Desta vez o Clube automóvel do Centro conseguiu reunir 54 equipas para participar na sua prova de onde se destacavam não só os principais intervenientes do Nacional da especialidade, como também o aliciante da estreia mundial do Citroen Xsara WRC em pisos de terra.

O tempo quis colaborar com esta prova mantendo-se sem chuva e com uma temperatura agradável durante toda a 1ª secção constituida por 3 PEC que se repetiam por duas vezes.

Victor Calisto/António Cirne rodaram durante toda esta secção regularmente entre os 3 primeiros da classe revelando, que as alterações feitas a nível da suspensão, causa das desistências anteriores, se tinham mostrado eficazes e correctas.

No final da 6ª PEC (final da 1ª secção) a equipa do Yaris eram 3º da Classe 5, 34º da Geral e 27ª do Grupo Turismo entre 40 concorrentes ainda em prova.

A intempérie que se abateu subitamente sobre o cenário do rali transformou os pisos que apesar de duros se encontravam secos em autênticos lamassais mais fazendo lembrar as PEC’s do recente rali de Portugal levando até a organização a anular as 2 passagens por Lagos/Nogueirinha, 9º e 12º troço.

A equipa do Toyota yaris que ambicionava ainda recuperar os cerca de 40 segundos que os separava do 2º classificado da classe, opetou por reduzir o seu andamento, tentando não correr muitos riscos, segurar o 3º lugar da classe 5 e atingir o final da prova.

A Calisto Corse Equipe, vai continuar a evolução do seu Toyota Yaris, no sentido de o tornar mais fiavel e competitivo e permitir-lhe lutar pela vitória na classe, objectivo a que se propôs no início da época.

De realçar ainda a nova decoração do Toyota Yaris, que julgamos mais apelativa e condizente com o envolvimento dos seus principais patrocinadores.

A próxima prova da Calisto Corse Equipa e a última em pisos de terra na presente temporada será o Rali dos Açores – Volta Ilha S.Miguel.

 

MAIS UMA VEZ MORRER NA PRAIA

A equipa Victor Calisto/António Cirne em Yaris 1.3 do Grupo A, entusiamadas pelo resultado obtido no último Rali Cidade Oliveira do Hospital, deslocaram-se à Ilha de S.Miguel para disputar a 5ª prova do Campeonato Nacional de Ralis, o Rali Sata Açores com a moral e a crença de ter afastado definitivamente todos os azares, alguns motivados pela juventude do projecto que têm acompanhado esta equipa ao longo da época.

Esta prova era sem dúvida, e no Campeonato Nacional, uma das que agradava mais à equipa, não só pela sua beleza como também pelo traçado que se adaptava muito bem ao pequeno Yaris. Estreava-se também uma nova relação de caixa mais curta que permitia uma melhor performance e uma maior rapidez ao motor 1.3.

Por este conjunto de factos tudo indicaria que estariam reunidos os ingredientes necessários para cumprir os objectivos a que a equipa se propôs – terminar o Rali e lutar pela Classe 5. E assim foi conseguindo no final da 1ª Etapa o 3º lugar da Classe 5 e uma diferença já substancial que se cifrava em cerca de 4m para o concorrente que o seguia na classificação também num Toyota Yaris, o piloto jornalista João Ramos.

Sem problemas de qualquer espécie o Yaris foi deambulando pelos degradados pisos da prova açoreana, sendo apenas necessário meter gasolina, por sinal sem chumbo 95 que os açoreanos não estão muito dados a maiores octanas, e reabastecer de quando em quando o piloto e o navegador, e a consolidação do 3º lugar da Classe foi-se mantendo de especial em especial dilatando a diferença para os concorrentes que o seguiam.

Mas, e os Deuses devem estar loucos, a roda da frente do lado esquerdo resolveu percorrer outro caminho que não o previsto no Rood-Book e a equipa decidiu que de triciclo não seria muito adequado terminar o rali... Só que isto aconteceu nos 6 últimos Kms da penúltima classificativa, a 18º Tronqueiras 2, quando apenas restava a 19ª Faial da Terra com 9 Kms para cumprir.

Foi novamente morrer na praia, e de entre 5 provas disputadas, desistir em 3 ser excluido de outra e só terminar uma em 3º lugar da Classe é algo que não se adequa aos pergaminhos da Calisto Corse Equipe.

Esperemos que a temporada de asfalto que se inicia já no Rali da Madeira, traga nosvos ventos e novas sortes a esta equipa, essencialmente porque nós e os nossos patrocinadores o merecemos.

INICIAR ASFALTO COM O PÉ DIREITO, E SEM A DIREÇÃO A “ASSISTIR”...

A Calisto Corse Equipe e o seu Yaris 1.3 do Grupo A estiveram presentes, como têm vindo a ser hábito em mais uma prova a contar para o Campeonato Nacional de Ralis.

Desta vez foi o Rali Vinho da Madeira, a sexta prova deste Campeonato e que iniciou a sua fase de asfalto, prova esta também incluída no Campeonato Europeu de Ralis coeficiente 20, que serviu para pôr à prova a resistência e performance deste pequeno carro na prova mais dura e difícil ,logo a seguir ao Rali Tap de Portugal.

O muito calor e humidade que se fez sentir na “Pérola do Atlântico” foi mais um “handicap” para as 100 equipas que foram autorizadas a participar neste evento, destacando não todos os interessados no Campeonato Nacional, mas também aqueles que vêm lutando por um lugar de destaque no Campeonato da Europa.

Maiores dificuldades poderiam ser previsíveis pra o nosso Yaris, que além da forte concorrência que estava presente, nomeadamente na sua classe com 16 viaturas, iria fazer a sua estreia em asfalto numa prova de grande dificuldade, e em que não são permitidos erros de condução ou preparção.

Natural a ansiedade de todos os elementos da equipa, mas que de todo em todo não receavam qualquer embate e mostravam-se até optimistas após o Shake-Down de quarta-feira.

Impossível de tornear era a diferença de preparação da armada dos Toyota Starlet do troféu insular, que desde o primeiro minuto se mostraram inalcançáveis.

Inalcançável também, estava o outro Yaris presente, conduzido pelo 3º classificado do Troféu BMW do ano passado – André Camacho – com um nível de preparação que além de uma motorização com mais cerca de 25 cavalos, uma caixa de velocidades do tipo “close-ratio” e direção assistida, era muito justamente apelidado pelos homes da União Comercial - concessionário Toyota do Funchal, o nosso “Yaris WRC”.

Aos homens da União Comercial e ao seu apoio que foi imprescindível, queremos deixar as nossas palavras de gratidão.

Também uma palavra para o Município do Funchal, que nos autorizou e dispensou um espaço, no cais da cidade, para que a equipa pudesse, na tarde de quarta-feira, expor as suas viaturas e divulgar os seus patrocinadores – IPS – Ideal Pneus do Sul. Município de Odivelas, Triquímica, AM Gonçalves – Toyota, Corte & Cola, Koni. Elf, Bridgestone, Lisborda, Rectometal, Piralvex e F&F Auto

E, pronto, Sexta e Sábado, lá fomos fazendo o que sabíamos, podíamos e nos deixavam, tendo a equipa sofrido com um mal que até aqui não se tinha revelado nas provas de terra - a falta da direção assistida – que podem crer, é essencial para as provas de asfalto, ainda mais as de traçado irregular e montanhoso como a desta prova que participámos.

E tirando este “pequeno pormenor”, que nos ía atirando para a “reforma antecipada”, foi só meter gasolina ( bem longe por sinal – situação a rever as dos parques de reabastecimento para as equipas amadoras), mudar uns pneus e reabastecer o piloto e o navegador, que esta história dos ralis dá cá uma fome...

No final entre 100 concorrentes terminaram 55 e o Yaris da Calisto Corse Equipe foi 50º.

Na classe 5, dos 16 participantes terminaram 12 e o nosso Yaris foi 7º

Há !!! e não tomámos Red-Bull, o tal do “dá-te asas”...

Ficámos satisfeitos, por nós, pela equipa e pelos nossos patrocinadores, vamos rapidamente (se não for muito caro...) montar uma direção assistida e ver se fazemos um pouco melhor no Rota do Sol... Também uma palavra de apreço para a excelente prova do Adruzilo. do Miguel que surpreendeu (ou não) muita gente, e da Peugeot ESSO Silver Team SG, com esta “dobradinha” bem à Portuguesa...

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